Como é feito o ritual de encantamento de serpentes?

Comum na Índia, em outros países orientais e até no Norte da África, o encantamento de serpentes rola no meio da rua. O encantador escolhe um lugar movimentado e senta-se diante de um cesto que guarda a cobra – geralmente uma naja, que é mais vistosa.

Com o cesto tampado, mas bem ventilado, a cobra fica em repouso no escurinho. Quando o encantador abre o cesto, ela se ergue para checar o que está acontecendo. Ao ver a flauta, assume sua posição natural de defesa, ficando com até um terço do corpo na vertical.


Depois que a naja sobe, começa o carnaval. A flauta é tocada só para enganar a plateia, já que a serpente, surdinha, segue os movimentos, a fim de se defender. Para garantir o show, alguns encantadores passam urina de rato na ponta da flauta, estimulando o olfato da cobra.

Se a cobra dá um bote – o que é raro acontecer –, a flauta vira escudo e o animal se machuca ao mordê-la. Conforme isso se repete na fase de adestramento, a cobra para de avançar.Com a naja devidamente “encantada”, é hora de manobras ousadas, como beijar a cabeça do animal. O segredo é chegar por cima, já que ela só dá o bote para baixo.

Para recolher o animal, basta diminuir os movimentos da flauta – para amansar a cobra – e o volume do som – para enganar os pedestres e descolar uns trocados. Outra medida de segurança é manter uma distância que supere um terço do comprimento da cobra.
Fonte: Mundo Estranho

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1 comentário:

Megamix disse...

Meu amigo, vamos as considerações: Não tem como adestrar uma cobra, isso não é um cachorro! Chame de condicionamento, outra coisa, como a naja é um réptil super agressivo, que inclusive cospe o veneno, na grande maiorias dos casos, a cobra tem a sua boca costurada ou arrancada as suas presas. A tranquilidade do suposto encantador é em virtude dessas artimanhas condenáveis e o público em geral de forma costumeira, acredita.

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