Mulheres detectam cobras com maior facilidade ao final de seu ciclo menstrual

De acordo com uma pesquisa realizada por Nobuo Masataka, professor da Universidade de Kyoto, as mulheres que terminaram de ovular têm mais possibilidades para detectar cobras que quando se encontram em outro momento de seu ciclo. Masataka examinou um grupo de mulheres em boa condição de saúde e em idade fértil durante três momentos diferentes de seu ciclo menstrual, ao mesmo tempo em que mostrava a elas nove imagens diferentes, oito mostravam flores e uma onde junto às flores se encontrava uma serpente.


O pesquisador mediu quão rápido as mulheres detectavam a cobra escondida na fotografia e, segundo seus resultados, as mais rápidas foram aquelas que se encontravam na chamada fase lútea de seu ciclo, isto é, o estado que se segue imediatamente à ovulação.

E ainda que a primeira vista pareça que este é um bom exemplo de estudos científicos ligeiramente totalmente dispensáveis, não é bem assim, ao contrário Masataka sugere uma explicação bastante convincente e interessante relacionada a nossa evolução. Ele diz que esta reação obedece a um tipo de "reflexo ante o medo", uma resposta inata a possíveis ameaças induzidas, nas mulheres, pelos níveis de hormônios apresentados ante uma gravidez hipotética e o conseqüente impulso de proteger o feto.

Talvez, também, uma fonte fisiológica para os muitos motivos do folclore universal que associam mulheres com serpentes?
Fonte: Metamorfose digital

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